terça-feira, 6 de janeiro de 2015

GÊNESIS – MITO OU HISTÓRIA?

GÊNESIS – MITO OU HISTÓRIA?
Prof. Rev. João Ricardo Ferreira de França*.
Introdução:
            O texto de Gênesis sofreu grandes ataques na ascensão da Alta Crítica especialmente quando se elaborou a teoria das fontes que compuseram o texto do Gênesis; esta teoria conhecida como Hipótese Documentaria sugeria que a composição do livro estava baseada no uso de nome e atividades específicas de grupos religiosos.
            Um estudioso em Antigo Testamento leu cuidadosamente o livro de Gênesis e observou que os nomes de Deus eram usados em contextos determinados, tais como: Elohim em Gn. 1:1-2:4; Javé Elohim ou Gn. 2:5 - 3:24; e Javé em Gn. 4:1-16. E tentou mostrar que tais usos das fontes formulavam a variedade de autoria e de editores do livro como um todo. Apareceram outras fontes que foram representadas da forma como segue:
J =  [Yahweh]  Javista – aponta para o uso em várias porções do livro deste nome.
E = [Elohim] Eloísta – Documentos que predominava o nome Elohim
D = Deuteronomista – está associada a tradição de deuteronômio
P = Sacerdotal – está fonte encontra-se associada ao culto, as questões de genealogia e cronologias.
            Hoje em dia é uma tese descartada nos centros acadêmicos. Mas, a grande questão ainda sobre o livro do Gênesis está no fato de que no passado descobriram-se muitos mitos antigos relacionados e idênticos aos relatos de Gênesis. E isso levou alguns estudiosos a tomarem e lerem Gênesis não como História, mas como um Mito. Ou seja, o relato de Gênesis é confessional sendo mais uma forma mitológica de contar a cosmogonia (origem do mundo).
            Mas, será que Gênesis é Mito ou História?
I –  O QUE É HISTÓRIA?
            Para entendermos essa questão é necessária uma definição básica e clara do que seja história. A palavra história  vem de um substantivo grego hitoria que por sua vez deriva do verbo “ἱστορῆw”{historeô} que “significava originalmente aprender pela pesquisa ou investigação”.[1]
            A palavra “História” apresenta quatro sentidos básicos que são importantes ao nosso estudo:
1.1 – História pode ser definida como Acontecimento.
            O conceito aqui inserido é que a história deve ser vista como um evento em constante movimento. Um evento real “que acontece no tempo e no espaço”.[2] A mensagem da fé judaico-cristã é marcada por esta perspectiva, como alguém já disse: “A fé de Israel e a fé do Cristianismo histórico são encontradas, não em ideias ou ideais elevados, mas, nos atos de Deus na história humana”.[3]
1.2 – História também é marcada pelo sentido de Informação.
            A história também é uma forma de informar a respeito do evento ou do  acontecimento. Não há um objeto cientificamente pronto para ser estudado, mas apenas a informação narrada sobre o evento ocorrido.
1.3 – História também é Investigação.
            Implica que deve haver uma pesquisa da informação para estabelecer sua autenticidade e veracidade. Lucas, por exemplo, nos informa que este foi um dos seus passos ao escrever a história da Igreja primitiva no seu próprio Evangelho 1.1-4.

1.4 – História  pode ser tomada como interpretação.
            Depois que se analisam os fatos que são postos diante do historiador; e uma vez confirmada à veracidade das informações, então, apresenta-se uma interpretação a respeito dos fatos. Greidanus é claro neste aspecto:
A interpretação histórica, no sentido da compreensão de um documento em seu contexto histórico-cultural original, se aplica a todos os gêneros de literatura bíblica: a narrativa, assim como a profecia, evangelho e também epístola. No que segue, contudo, nos coentraremos em particular de todos os gêneros bíblicos, a narrativa histórica.[4]
            Então, a definição de história deve englobar essa gama de significação para termos uma resposta adequada; pois, a história pode ser definida como “o relato interpretado do passado humano socialmente importante, baseados em dados organizados, reunidos pelo método cientifico apartir de fontes arqueológicas, literárias ou vivas”.[5]
II – O QUE É MITO?
            O segundo termo a ser definido é “Mito” o termo é derivado do grego “μύθους” {mythous}. O mito é “algo sobre o que os homens falam, mas sem base na realidade”. O verbo grego empregado significa “ ‘contar’, ‘narrar uma ficção’”[6] Alguns eruditos disseram que nas Escrituras encontram-se essa categoria de gênero.
Rudolf Bultmann, pai da demitologização, ensina que a “pregação do Novo Testamento a anuncia a Jesus Cristo, não só sua pregação do reino de Deus, senão à sua pessoa que foi mitologizada desde o inicio do cristianismo primitivo” e ele ainda continua dizendo:
Também considerava [ a comunidade cristã ]  sua pessoa à da mitologia  quando dizia que havia sido concebido pelo Espírito Santo e havia nascido de uma virgem, e isto é ainda mais evidente nas comunidades cristãs helenísticas onde se lhe considerou  como o Filho de Deus em um sentido metafísico, como um grande ser celeste e preexistente que se fez homem por nossa salvação e tomou sobre si o sofrimento, inclusive da cruz. Tais concepções são manifestadamente mitológicas, porque que se encontravam muito difundidas nas mitologias de judeus e gentios, e depois foram transportadas à pessoa de Jesus.[7]
            Essa avaliação da teologia liberal para o Novo Testamento apresenta-nos as conclusões do método Histórico-Crítico de interpretação das Escrituras; todavia, devemos lembrar que para muitos estudiosos “O mito puro não é encontrado no Novo Testamento, mas o conceito do Filho de Deus tendo um ministério terreno e provando sua divindade por milagres aproxima-se do mítico.[8]
E quanto ao Antigo Testamento dois grandes eruditos em Antigo Testamento, que adotam o método histórico-crítico, disseram que “não existe em Israel nenhum mito que seja conhecido em sua totalidade ou por referência a ele. Parece que Israel não produziu nenhum mito, embora tivesse condições para isto, e não menos que os outros povos do Antigo Oriente”.[9]
III -  O RELATO DA CRIAÇÃO DE GÊNESIS  E MITOLOGIA.
            Quando o leitor moderno se aproxima dos primeiros capítulos do Gênesis, de modo particular os capítulos 1 e 2; ler este trecho como sendo uma referência à ciência moderna ou mesmo uma refutação a ela.
            Todavia, o uso que se faz deste texto ignora o propósito inicial destes relatos, pois, é “certo que o relato bíblico da criação não foi escrito para se contrapor a Charles Darwin ou Stephen Hawking, mas foi escrito à luz de descrições rivais da Criação”.[10]
            O autor do livro de Gênesis tinha como finalidade de apresentar uma narrativa que se contraporia as ideias mitológicas e politeístas das nações vizinhas a Israel no Antigo Oriente próximo.
            Georger Föhrer lembra-nos que “os pressupostos do mito são o politeísmo, e até certo ponto, e na medida em que este está ligado ao rito, também o pensamento mágico-cultual, segundo o qual os fatos tipológicos são provocados e se tornam presentes com a celebração dos ritos e com a narração dos mitos”[11]
            Então, o que o texto de Gênesis pretende ser é uma contraposição a essa ideia politeísta mitológica. Sendo uma distinção entre os demais relatos da criação de cunho politeísta. É claro que estes relatos concorrentes com o texto do Gênesis apresentam muita similaridade. E para entender isso se faz necessário apresentar de forma resumida o conteúdo de tais relatos concorrentes da criação segundo Gênesis.
3.1  - O Relato da Criação Na Mitologia Egípcia:
            Inúmeros “mitos incorporam a criação  do mundo dos deuses e a dos homens a um casal primitivo  suposto  ser o antepassado de todos os demais”.[12] As ideias egípcias da criação são “encontradas basicamente em textos de magia, particularmente em textos escritos em sarcófagos e nas paredes de pirâmides”[13]
            A “atividade criadora é assim atribuída, com preferência, a deuses, cuja atividade sexual é preponderante”[14] e nos centros cúlticos do Egito há uma variação de relatos sobre a criação com versões próprias para o relato da cosmogonia. Todas as explicações “derivam visualmente da experiência adquiridas pelas enchentes ou vazantes do Nilo: apartir de um universo onde tudo é confundido nas águas limosas do caos, emergem, pouco a pouco a terra, a luz e a vida. Na primeira porção da terra emergida, encontra-se ora um ovo, vindo não se sabe como, ora uma flor de lótus de onde o sairá o sol.”[15]
            Essas águas primevas são denominadas de Nun, sendo das águas que surge o mundo conforme conhecemos. Em alguns relatos o deus Atum, e em outros o deus Amon-Ré, surge das águas por meio de um processo de autocriação [masturbação e respiração], então,  apartir de si mesmo gera as demais divindades.
            Havia um deus chamado Ptah que amalgamou com Ta-tem, o deus que representa a colina primeva, e, “então, gera o deus-sol”[16] e desta forma, Ptah substitui Atum como criador.
            O fato interessante é que esta divindade passa a criar as coisas apartir da palavra que sai de sua boca, e neste sentido  há uma similaridade com o relato de Gênesis.
3.2 – O Relato da Criação na Mitologia da Mesopotâmia.
            A Mesopotâmia possui textos bem antigos sobre a origem do mundo. Geralmente são textos poéticos em forma de prece. O texto mais significativo que trata do inicio do universo cosmológico é Enuma elish que traduzido significa: “Quando lá do Alto”[17] na realidade o texto é uma oração a Marduque o deus supremo. Pois, “para os babilônios, o deus Marduk, o deus nacional, era o maior dos deuses, mas não o único”[18]
            O texto  começa com uma teogonia[19] os deuses mais antigos foram Tiamat e Apsu que eram as águas respectivas do mar e debaixo da terra. Mas, quando essas águas misturaram-se, então surgiram os outros deuses.
            A divindade dominante Apsu ficou “cansado dos seus filhos barulhentos e, contra a vontade da mulher, Tiamate, decidiu matar sua descendência divina”.[20] Todavia, Tiamate ficou sabendo do plano e falou para a divindade Ea, o deus da sabedoria, que recitou palavras mágicas e matou Apsou.
            Com o tempo Tiamate ficou enraivecida  e Ea via Tiamate como uma divindade muito assustadora e todos parecia estarem impotentes. Até que Marduque aparece no cenário, era filho de Ea e Damkina.
            Tiamate havia nomeado Qingu como líder de todas as suas forças e este era provavelmente o seu novo marido[21]. Então, travou-se uma batalha entre Marduque e Tiamate. Marduque rasga Tiamate com os dentes de sua boca. Qingu fugiu levando as tábuas do destino, que Tiamate havia dado-lhe, fazendo assim referência a soberania que possuía, mas Marduque as tomou guardando-as consigo e, no final, entregou-as a Anu, o deus dos céus.[22]
            Marduque dividiu o corpo de Tiamate em duas partes com uma ele fez os céus e com a outra fez a terra. E valendo-se dos corpos celestes ele fez separação de dia e noite, de luz e trevas e estabeleceu o tempo. Depois de tudo isso, Marduque decide criar os seres humanos:
Compactarei sangue, farei com que haja ossos,
Farei com que surja o ser humano. Que seu nome seja “Homem”.
Criarei a humanidade,
Levarão o fardo dos deuses, para que estes repousem.[23]

            Os homens foram feitos do sangue de Qingu, o deus-demônio, que foi executado por Marduque. E depois disso todos os deuses honram a Marduque por causa da construção das cidades Babilônia e Esagila, o templo-residência de Marduque. O texto termina com os deuses anunciando a glória de Marduque, pronunciando os seus cinquenta nomes.
            O próximo relato consiste no poema de Atrahasis que o nome do personagem principal do poema. O texto começa com um tempo em que só havia os deuses; onde haviam deuses superiores e inferiores, estes últimos eram subservientes dos deuses maiores e eram obrigados a cavar canais de irrigações, como vemos no poema:
[Os deuses] puseram-se a cavar [cursos de água],
[abriram canais], providência vital para a região;
 [os Igigu] puseram-se a escavar [cursos de água],
[abriram canais], providência vital para a região.
 [Os deuses escavaram] o rio Tigre
[e o Eufrates] em seguida. [24]
            Estes deuses estavam cansados deste tipo de trabalho e o poema narra que eles recusaram a continuar os seus anos de servidão que eram de 2.500 anos, então decidiram em uma turba só se dirigirem até o santuário de Enlil. E, este deus decidiu criar trabalhadores alternativos, e a deusa do nascimento fez os primeiros seres humanos para “que suportem o jugo, a tarefa de Enlil. Que o homem assuma o trabalho vil dos deuses”.[25] Mas, para realizar isso a deusa do nascimento, Belet-ili, com a ajuda do deus sábio, Enki, matou We-ila, um dos deuses menos importante, e misturou seu sangue com barro, e assim fez a humanidade.
  IV – A COMPARAÇÃO DO RELATO DE GÊNESIS SOBRE A CRIAÇÃO E OS RELATOS MITOLÓGICOS.
            Conforme já vimos estes relatos concorrentes da criação apresentam muita similaridade com o relato de Gênesis da origem do mundo e do homem. Mas, por meio do contraste podemos entender alguns fatos importantes.
            Primeiro, no relato Bíblico revela uma identidade e a natureza do criador. Deus é retratado em Gênesis como sendo Eterno e auto-existente, ao contrário dos mitos que apresentam os deuses maiores sendo fruto de autocriação ou emanação. Ele é livre, soberano e somente ele criou o universo e mais ninguém. Ele criou porque decidiu assim fazê-lo; já nos relatos mesopotâmicos a criação sempre é fruto de algum conflito entre os deuses; e de acordo com o texto do Gênesis o conflito ocorre por causa do homem em sua rebelião e queda conforme vemos em Gênesis 3.
            Segundo, no texto de Gênesis inexiste uma teogonia, ou seja, não há narrações do nascimento dos deuses, antes o que existe é a narração de coisas criadas; há de se notar que estas coisas criadas para os povos com relatos concorrentes de Gênesis eram divindades. Por exemplo, o sol nos mitos egípcios consiste em uma divindade; mas no relato bíblico o sol é mais uma indumentária da criação.
            Em terceiro lugar,  no poema de Enuma elish o homem criado do barro unido ao sangue de um deus-demônio; na Bíblia, consiste na união do barro com o sopro de vida que Deus lhe confere. O autor do texto de Gênesis apresentou isso de forma proposital como um contraponto à ideia politeísta. É verdade que o homem é criado em ambos casos para trabalhar, mas notemos que o homem no relato bíblico é colocado para cultivar o Jardim sendo um trabalho nobre e não como um castigo; já nos relatos mitológicos o homem é colocado para escavar canais de água porque os deuses não suportavam, sendo assim um castigo ao homem.

Conclusão:
            Gênesis 1 e 2 devem ser considerados como história, pois, narra com clareza a criação do mundo de modo a dignificar o homem. Também devemos considerar estes capítulos como sendo uma contraposição dos mitos babilônicos e egípcios que lutavam para conquistar o coração do povo de Deus que acabara de sair do Egito.
            É um texto apologético contra o politeísmo dominante na época, na verdade é a apresentação de uma cosmovisão coerente com a revelação do único Deus que fez os céus e a terra.
           





REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.
1.      BRIEND, Jacques . A Criação e o Dilúvio – Segundos os Textos do Oriente Médio Antigo. – série Documentos do Mundo da Bíblia – volume 7. Tradução: Maria Cecília de M. Duprat. São Paulo: Edições Paulinas, 1990.
2.      BULTMANN, Rudolf. Jesus Cristo e Mitologia. Tradução: Daniel Costa. São Paulo: Editora Cristã Novo Século, 2000.
3.      CAIRNS, Earle E. O Cristianismo Através dos Séculos – Uma história da Igreja Cristã. Tradução: Israel Belo de Azevedo, Valdemar Kroker. São Paulo: Edições Vida Nova, 2008.
4.      CHAMPLIN, Russell Norman. Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia – volume 4. Tradução: João Marques Bentes. São Paulo: Editora Hagnos, 2011.
5.      FÖHRER George ; SELLIN E., Introdução ao Antigo Testamento, Vol.1, São Paulo:  Edições Paulinas,1977.
6.      GREINDANUS, Sideney. O Pregador Contemporâneo e o Texto Antigo – Interpretando e Pregando Literatura  Bíblica. Tradução: Edmilson Francisco Ribeiro. São Paulo: Editora Cultura Cristã, 2006.
7.      HALE, Broadus David. Introdução ao Estudo do Novo Testamento. Tradução: Cláudio Vital de Souza. Rio de Janeiro: Junta de Educação Religiosa e Publicações, 1983.
8.      LONGMAN III, Tremper. Como Ler Gênesis. Tradução: Marcio Loureiro Redondo. São Paulo: Vida Nova, 2009.
SEUX. Marie-Joseph. Preces do Oriente


* O autor deste artigo é Ministro da Palavra na Igreja Presbiteriana do Brasil. É formado em Teologia pelo Seminário Presbiteriano do Norte (SPN) em Recife – PE. Foi professor de Línguas Bíblicas (Grego e Hebraico) no Seminário Presbiteriano Fundamentalista do Brasil (SPFB) também em Recife – PE. Atualmente é pastor na Primeira Igreja Presbiteriana de Piripiri – PI. Casado com Géssica Araújo Soares Nascimento de França e pai do pequeno Lucas Luis Nascimento de França.
[1] CAIRNS, Earle E. O Cristianismo Através dos Séculos – Uma história da Igreja Cristã. Tradução: Israel Belo de Azevedo, Valdemar Kroker. São Paulo: Edições Vida Nova, 2008, p.15.
[2] Idem.
[3] GREINDANUS, Sideney. O Pregador Contemporâneo e o Texto Antigo – Interpretando e Pregando Literatura  Bíblica. Tradução: Edmilson Francisco Ribeiro. São Paulo: Editora Cultura Cristã, 2006, p.43.
[4] Ibid , p. 109
[5] CAIRNS, Earle E. O Cristianismo Através dos Séculos – Uma história da Igreja Cristã. Tradução: Israel Belo de Azevedo, Valdemar Kroker. São Paulo: Edições Vida Nova, 2008, p.16.
[6] CHAMPLIN, Russell Norman. Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia – volume 4. Tradução: João Marques Bentes. São Paulo: Editora Hagnos, 2011, p.320.
[7] BULTMANN, Rudolf. Jesus Cristo e Mitologia. Tradução: Daniel Costa. São Paulo: Editora Cristã Novo Século, 2000, p.14-15.
[8] HALE, Broadus David. Introdução ao Estudo do Novo Testamento. Tradução: Cláudio Vital de Souza. Rio de Janeiro: Junta de Educação Religiosa e Publicações, 1983, p. 51.
[9] FÖHRER George ; SELLIN E., Introdução ao Antigo Testamento, Vol.1, São Paulo:  Edições Paulinas,1977, p. 110.
[10] LONGMAN III, Tremper. Como Ler Gênesis. Tradução: Marcio Loureiro Redondo. São Paulo: Vida Nova, 2009, p.82

[11] FÖHRER George ; SELLIN E., Introdução ao Antigo Testamento, Vol.1, São Paulo:  Edições Paulinas,1977, p.106
[12]BRIEND, Jacques . A Criação e o Dilúvio – Segundos os Textos do Oriente Médio Antigo. – série Documentos do Mundo da Bíblia – volume 7. Tradução: Maria Cecília de M. Duprat. São Paulo: Edições Paulinas, 1990, p.95.
[13] LONGMAN III, Tremper. Como Ler Gênesis. Tradução: Marcio Loureiro Redondo. São Paulo: Vida Nova, 2009, p.83.
[14] BRIEND, Jacques . A Criação e o Dilúvio – Segundos os Textos do Oriente Médio Antigo. – série Documentos do Mundo da Bíblia – volume 7. Tradução: Maria Cecília de M. Duprat. São Paulo: Edições Paulinas, 1990, p.95.
[15] idem
[16] LONGMAN III, Tremper. Como Ler Gênesis. Tradução: Marcio Loureiro Redondo. São Paulo: Vida Nova, 2009, p.84.
[17] Ibid, p.85.
[18] SEUX. Marie-Joseph. Preces do Oriente Antigo – Série Documentos do Mundo da Bíblia – volume 1. Tradução: Benôni Lemos. São Paulo: Edições Paulinas, 1985, p.17.
[19] Geração dos deuses.
[20] LONGMAN III, Tremper. Como Ler Gênesis. Tradução: Marcio Loureiro Redondo. São Paulo: Vida Nova, 2009, p.85.

[21] BRIEND, Jacques . A Criação e o Dilúvio – Segundos os Textos do Oriente Médio Antigo. – série Documentos do Mundo da Bíblia – volume 7. Tradução: Maria Cecília de M. Duprat. São Paulo: Edições Paulinas, 1990, p.15
[22]LONGMAN III, Tremper. Como Ler Gênesis. Tradução: Marcio Loureiro Redondo. São Paulo: Vida Nova, 2009, p 86.
[23] Idem.
[24] Poema citado em  BRIEND, Jacques . A Criação e o Dilúvio – Segundos os Textos do Oriente Médio Antigo. – série Documentos do Mundo da Bíblia – volume 7. Tradução: Maria Cecília de M. Duprat. São Paulo: Edições Paulinas, 1990, p.33.
[25] Apud, LONGMAN III, Tremper. Como Ler Gênesis. Tradução: Marcio Loureiro Redondo. São Paulo: Vida Nova, 2009, p 87..

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